Na semana passada, recebi uma sms dando-me uma das melhores notícias da (minha) actualidade: peppermint mocca do Starbucks, em Portugal, finalmente! Sempre foi a minha bebida favorita em viagem, uma vez que habitualmente não existe por cá, mas agora é um dos nossos especiais de Natal. É como beber after-eight líquido, yuuuuummmmyyyy! Esta semana já botei abaixo 2. YEEEEEEEEEEEES!
Eu tenho um baixo limiar para a felicidade. Deixem-me ser assim.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Istambul
O sítio onde a Europa e a Ásia se encontram. Eu diria que se fundem.
Istambul é tropeçar em mesquitas, que se amontoam, tão diferentes, fazendo-nos sentir que estamos a pisar território extraterrestre. É uma invasão de todos os receptores sensoriais, com cores, sabores, cheiros, texturas, sensações desconhecidas num cenário estranhamente familiar. É sentir que somos mais uma especiaria na sopa étnica que escorre pelas ruas, aquecendo, transbordando.
Apaixonei-me por Istambul. Quero voltar lá todos os anos, porque não podem ser todos os dias. Quero ser parte daquilo.
Ephesus, Pamukkale, Capadokia... ali transpira-se história. Adorei!
domingo, 25 de setembro de 2011
Constatações #1
Já apetece um ventinho frio, e um casaco quentinho. Este Verão, que quase não o chegou a ser este ano, já se ia embora. Quero chuva, quero mantas, quero botas e pantufas. Quero um cházinho quente com um duplo propósito, que não apenas apaziguar o vício.
Pode ser?
Pode ser?
quarta-feira, 6 de abril de 2011
UCI
Sempre gostei de ambientes em meia luz. Quando estou em casa, sobretudo no meu quarto, tenho sempre apenas os candeeiros de mesa/pé alto ligados, num jogo de luzes e sombras. Agrada-me a penumbra. E o pôr do sol, quando o colorido das árvores parece recortar o céu em tons de preto.
Sempre me senti confortável assim, a ler, a ouvir música, nesta tranquilidade do lusco-fusco.
Isto deve ser parte da razão pela qual me sinto tão bem numa unidade de cuidados intensivos. Parte.
Sempre me senti confortável assim, a ler, a ouvir música, nesta tranquilidade do lusco-fusco.
Isto deve ser parte da razão pela qual me sinto tão bem numa unidade de cuidados intensivos. Parte.
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