Odeio retrocessos. Detesto a sensação de que todo o trabalho foi em vão, todo o esforço foi mentira, que tudo permanece latente e que nunca se irá embora.
Mas porquê agora?
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Ganhar dinheiro fácil. Ou não.
Hoje uma amiga minha (que eu adoro, adoro, adoro, sem ironia, entenda-se) contou que foi fazer reikki ou lá como se escreve (tenho preguiça de ir confirmar). Disse que havia também uma coisa com pedras vulcânicas fantástica, que queria experimentar.
O que é que eu respondo?
"Se quiseres pagar, eu atiro-te pedras!"
=| {na minha cabeça é hilariante}
O que é que eu respondo?
"Se quiseres pagar, eu atiro-te pedras!"
=| {na minha cabeça é hilariante}
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Não é para me armar em forte, mas...
... não gosto de me queixar. Chateiam-me profundamente as pessoas se lamentam. Que fazem tudo com um queixume, "olhem para mim, coitadinha, cheia de trabalho, a fazer tudo, e rónhónhó". É péssimo. As pessoas que parece que assumem projectos só para poderem mostrar ao mundo que são tão trabalhadoras, umas mártires, e que se não fossem elas, o sol não nasceria na manhã seguinte. Que carregam o mundo às costas.
Se assumo fazer uma coisa, se foi uma escolha minha, por mais que me esteja "a passar", tento não manifestar.
Dito isto, e tendo em conta que tenho um blog anónimo e lido por muito poucas pessoas...
Estou tãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao cansada...
=|
Se assumo fazer uma coisa, se foi uma escolha minha, por mais que me esteja "a passar", tento não manifestar.
Dito isto, e tendo em conta que tenho um blog anónimo e lido por muito poucas pessoas...
Estou tãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao cansada...
=|
domingo, 21 de agosto de 2011
Ironias da vida
A minha vida amorosa sempre foi muito... sempre não foi muito. É mais isso: nunca foi grande coisa. Não tenho muitas histórias para contar. O meu lado racional sempre prevaleceu, e eu agradeço por isso. Não me faz falta aquela constante vertigem da paixão. Sei muito bem estar sozinha, e ser feliz assim, embora confesse que por vezes tenho saudades de uma mão dada, de mimos, e rónhónhó. Posto isto, não percebo porque é que todos os meus amigos com problemas amorosos recorrem a mim para falar, para pedir conselhos, para chorar no meu ombro... E o pior: eu tenho de reconhecer que até consigo ser boa conselheira nestas coisas!
Há coisas irónicas, não há?
Há coisas irónicas, não há?
sexta-feira, 29 de julho de 2011
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